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A quantidade de prolactina no sangue, produzida pela glândula pituitária, começa a ser alta e com probabilidade de provocar hiperprolactinemia nas mulheres quando o seu valor é superior a 20 nanogramas por mililitro de sangue.
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Entre os sintomas mais comuns da hiperprolactinemia estão a secura vaginal, as irregularidades no ciclo menstrual (ou até a ausência de menstruação, a amenorreia) e a produção de leite materno sem estar grávida nem em período de amamentação. Quando os níveis de prolactina são demasiado altos, pode ser difícil que o ciclo menstrual se desenvolva com normalidade.
Uma das causas mais recorrentes da hiperprolactinemia pode ser uma massa ou tumor benigno, chamado prolactinoma, localizado na glândula pituitária. Outras causas podem ser o stress, os tumores e doenças que afetem as glândula pituitária, o hipotiroidismo, as lesões na parede torácica ou as doenças crónicas do fígado ou dos rins.
Alguns medicamentos também podem provocar a subida dos níveis de prolactina, especialmente os prescritos para a depressão, a pressão arterial, as úlceras, acidez estomacal ou o refluxo, a dor (opiáceos), os transtornos mentais graves e sintomas da menopausa.
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Para diagnosticar a hiperprolactinemia, os médicos solicitam a realização de uma análise de sangue e perguntam à paciente se sofre de outros transtornos, se está sob algum tratamento ou se existe a possibilidade de estar grávida. O endocrinologista é o especialista que se deve consultar quando há desajustes nos níveis de prolactina no sangue.
Durante a gravidez, os níveis de prolactina no sangue aumentam, até alcançar o seu máximo no momento do parto, para depois voltarem à normalidade após o nascimento do bebé. Se uma mulher está a querer engravidar, será muito difícil que o óvulo seja fecundado se existirem níveis altos de prolactina ou problemas de hiperprolactinemia.
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