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Existem muitos motivos diferentes que podem levar a um aborto natural ou espontâneo: alguns são conhecidos e outros não. Na maioria dos casos, a mulher não pode fazer nada para prevenir o aborto, embora existam alguns fatores que o possam provocar, sendo a causa mais comum a anomalia cromossómica do feto, frequentemente provocada por um problema no esperma ou no óvulo, que impede o desenvolvimento normal do feto. Os problemas hormonais, as infeções, os traumatismos ou golpes, ou os problemas na implantação do óvulo nas paredes uterinas são outras causas de aborto natural. Também a idade da mulher é um fator determinante. Deste modo, tem-se em conta as seguintes condições:
Durante o segundo trimestre de gravidezpodem produzir-se, ainda, problemas no útero, ou no cérvix, que podem provocar o aborto: a síndrome do ovário policístico, contrações no útero entre outros.
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Se apresenta algum ou vários dos sintomas que enumeramos em seguida, é fundamental que consulte o ginecologista ou que vá ao hospital para o diagnóstico de um eventual aborto espontâneo:
O sangramento provocado por um aborto espontâneo é um sintoma progressivo, ou seja, inicialmente costuma ser ligeiro e, à medida que avança o tempo, torna-se abundante. De facto, nalguns casos graves, o sangramento pode ser tão abundante que se denomina hemorragia, e a mulher pode chegar a sofrer um choque.
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