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Neste artigo vamos abordar todos os aspetos relacionados com o fibroma numa mulher grávida.
Os miomas ou fibromas não afetam a fertilidade das mulheres, embora o seu desejo de serem mães e a sua idade possam afetar o tratamento prescrito pelo ginecologista. Todavia, na realidade, as mulheres com miomas costumam ficar grávidas com bastante frequência.
Quando o mioma é subseroso ou intramural e tem um tamanho reduzido não afeta a fertilidade da mulher e, na sua maioria, as que estão grávidas continuam a sua gestação até chegar ao parto com total normalidade.
No caso do fibroma ter um tamanho superior aos quatro centímetros já podem surgir complicações como abortos, partos prematuros, deslocamento da placenta ou maior probabilidade de se ter de recorrer a uma cesariana.
O diagnóstico inicial dos fibromas realiza-se através de uma ecografia de rotina, embora por vezes os sintomas como um sangramento estranho ou uma dor façam com que a mulher vá ao ginecologista e que este suspeite da presença de um fibroma.
Atualmente, a tecnologia permite a realização de um seguimento a uma mulher grávida com um mioma através de ecografias recorrentes, bem como ecografias 3D, com o objetivo de controlar um possível aumento do seu tamanho ao longo dos nove meses de gravidez.
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A extração de um fibroma no caso de gravidez é contraindicada devido ao risco de se dar uma hemorragia grave. No caso do fibroma estar numa posição que obstrua ao feto o canal do colo do útero, a cesariana será quase obrigatória, embora este seja um caso muito pouco frequente.
Sendo assim, quando se diagnostica um fibroma a uma mulher grávida, o seu ginecologista é quem se encarrega de supervisionar tanto o desenvolvimento da gravidez como do mioma. No caso da grávida sentir desconforto o médico aconselhar-lhe-á tratamentos paliativos à medida.
Ainda assim, se o fibroma tiver um tamanho pequeno não constitui um perigo nem para a mãe, nem para o bebé, na maioria dos casos.
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