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A mastite sem amamentação é aquela que acontece em mulheres que não estão a dar mama. Consequentemente, é mais habitual em mulheres com menos de 30 anos e em mulheres que têm entre 50 e 60 anos. Neste caso, a mastite sem amamentação é mais difícil de detetar do que a mastite puerperal, a que acontece depois de ter o bebé. O diagnóstico costuma incluir uma ecografia, já que a mamografia se revela insuficiente para examinar o tecido mamário.
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Esta inflamação, também conhecida como mastite periductal, costuma estar localizada numa zona específica da mama, frequentemente perto do mamilo. Em muito poucos casos, todo o peito se vê afetado pela mastite e, geralmente, apenas ocorre num dos seios, enquanto o outro permanece saudável. Os sintomas mais frequentes de uma mastite sem amamentação são:
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Quando a mastite sem amamentação foi provocada por uma infeção, o tratamento que os profissionais prescrevem costuma incluir antibióticos durante um determinado tempo. Também é comum aplicar um tratamento à base de inibidores da prolactina juntamente com o antibiótico.
Nalgumas situações, embora seja pouco frequente, também se pode recorrer à cirurgia, no caso de ser necessário extrair os condutos galactóforos.
Por fim, devido ao perigo de padecer de uma mastite crónica, é aconselhável adotar um estilo de vida saudável, no qual se reduza drasticamente o consumo de tabaco e cafeína, bem como os alimentos gordos.
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